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15abr/110

Algebra de mapas na avaliacao das caracteristicas da terra para reflorestamento – parte 4: consideracoes finais

Seguindo o paper dessa semana (Dengiz et al., African Journal of Agricultural Research, v. 5(12), Junho de 2010), vamos agora fechar a apresentação do estudo realizado na Turquia

O que é interessante destacar nesse estudo é a consideração de diversos fatores na determinação do mapa final de potencial florestal. O mesmo conceito poderia ser aplicado em diversos outros contextos, desde que se tenha dados sobre diferentes as características do solo a serem avaliadas dependendo do problema em mãos.

A determinação de notas para cada critério e o uso de álgebra de mapas em ambiente SIG pode ser vista como umas das principais potencialidades das técnicas de geoprocessamento. Pois permite a derivação de informação que pode ser útil à tomada de decisão a partir de conjunto de dados, os quais quando analisados separadamente podem não ressaltar o potencial existente naquela região.

Por: Rodrigo Sperb

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14abr/110

Algebra de mapas na avaliacao das caracteristicas da terra para reflorestamento – parte 3: resultados

Seguindo o paper dessa semana (Dengiz et al., African Journal of Agricultural Research, v. 5(12), Junho de 2010), vamos agora tratar dos resultados do estudo realizado na Turquia.

Foi gerado um mapa de adequação à plantação de floresta considerando 8 espécies diferentes: Fraxinus excelsior (freixo), Juglans regia (nogueira), Pinus pinaster (pinheiro-bravo), Pinus radiata (pinus), Pinus pinea (pinheiro-manso), Populus L. (populus), Robinia pseudoacacia (acácia falsa) e Salix Alba (salgueiro). A sequência de figuras abaixo mostra o mapa do índice final para cada espécie considerada:

S1: Muito adequado; S2: Moderadamento adequado; S3: Marginalmente adequado; N: Não-adequado.

Por: Rodrigo Sperb

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12abr/112

Algebra de mapas na avaliacao das caracteristicas da terra para reflorestamento – parte 2: metodologia

Seguindo o paper dessa semana (Dengiz et al., African Journal of Agricultural Research, v. 5(12), Junho de 2010), vamos agora tratar da metodologia utilizada no estudo, realizado na Turquia.

Na região, foram encontrados 8 tipos de solos diferentes, e o mapeamento de potencial teve como unidade básica as chamadas “unidades de mapeamento de terra” do mapa de solos, para as quais diversas características físicas e químicas eram previamente conhecidas. Dessas características, 8 foram utilizadas como fatores na determinação do índice final de adequação considerando cada espécie de reflorestamento observada. Cada unidade de mapeamento de terra recebeu um valor de 0 (não adequado) a 100 (mais adequado) para cada uma das 8 características consideradas, compondo o índice final. À nota final do índice de cada unidade de mapeamento de terra associou-se a classe de adequação como segue:

Nota      Definição

>80        Altamento adequado (S1)

60-80    Moderadamento adequado (S2)

30-60    Marginalmente adequado (S3)

<30        Inadequado (N)

Os 8 fatores que compõem a nota final do índice são: (A) drenagem; (B) profundidade do solo; (C) textura; (D) fração grosseira; (E) fatores químicos do solo que consistem de matéria orgânica; (F) reatividade do solo; (G) salinidade ou condutividade elétrica e (H) Carbonato de cálcio. A nota final foi obtida com a seguinte fórmula:

onde FI é a nota final do índice e Rmax é a maior nota média.

As camadas de informação de cada característica considerada foram sobrepostas espacialmente, gerando o mapa final do índice para cada espécie de acordo com a fórmula acima, em ambiente SIG.

Por: Rodrigo Sperb

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11abr/110

Algebra de mapas na avaliacao das características da terra para reflorestamento – parte 1: apresentando o problema

Um dos grandes pontos fortes da modelagem em SIG é permitir avaliar conjuntamente as diferentes características que ocorrem numa determinada região. Isso permite avaliar, por exemplo, o potencial que uma região tem para determinado tipo de exploração econômica de suas terras, considerando múltiplos critérios que possam definir a adequação ou não de uma área. O paper dessa semana (Dengiz et al., African Journal of Agricultural Research, v. 5(12), Junho de 2010) traz uma metodologia SIG para avaliar o potencial florestal de uma região através de uma abordagem paramétrica, com álgebra de mapas.

O estudo foi realizado na região central do Mar Negro, Turquia, e buscou avaliar o potencial florestal das áreas tendo como base diversas espécies utilizadas em reflorestamente. Os fatores que são utilizados na geração do mapa final de adequação são: clima, declividade, solo, topografia e vegetação.

Por: Rodrigo Sperb

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