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	<title>Blog Geo.NET &#187; Conceitos</title>
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	<description>Geoprocessamento, SIG e Sensoriamento Remoto</description>
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		<title>Geospatial Revolution</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Oct 2010 05:57:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Rodrigues da Cunha Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[George Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Geo Aplicado]]></category>

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		<description><![CDATA[


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá pessoal,</p>
<p>Boa madrugada, não? Vamos com uma curtinha.</p>
<p>Gostaria de mostrar para vocês um <a rel="nofollow" target="_blank" title="doc" href="http://geospatialrevolution.psu.edu/" target="_blank">documentário</a> que está sendo feito pela <a rel="nofollow" target="_blank" title="penn" href="http://www.psu.edu/" target="_blank">Universidade Penn State</a> sobre <em>revolução geoespacial</em>. Não gosto muito do termo, mas o vídeo número #1 foi interessante e os próximos prometem.</p>
<p>O interessante é que o documentário cobre, nesta ordem:</p>
<ul>
<li>Introdução</li>
<li>Como chegamos lá?</li>
<li>Como chegamos aqui?</li>
<li>Porque precisamos dela?</li>
</ul>
<p>Se este documentário mostrar a que veio, será uma forma muito didática de mostrar o que são os <strong>Sistemas de Informações Geográficas</strong> e o mais importante, <strong>o porque precisamos</strong> deste tipo de sistema.</p>
<p>Parabéns aos idealizadores.</p>
<p>Fica a dica aí.</p>
<p>Abraços,</p>
<p>George</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>StackOverflow &#8211; mas para Sistemas de Informação Geográfica?</title>
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		<comments>http://blog.geoprocessamento.net/2010/06/stackoverflow-gis/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 11:34:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Rodrigues da Cunha Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[George Silva]]></category>
		<category><![CDATA[comunidade]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[GIS]]></category>
		<category><![CDATA[SIG]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom dia pessoal. Vocês conhecem o site StackOverflow? Bem, o StackOverflow é um site para perguntas e respostas sobre programação. O site tem um modelo interessante, onde cada usuário pode postar suas dúvidas, indicar algumas tags e claro, todo mundo pode responder. Existem alguns sites irmãos: SuperUser (perguntas e respostas sobre informática em geral), ServerFault [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom dia pessoal.</p>
<p>Vocês conhecem o site StackOverflow? Bem, o StackOverflow é um site para perguntas e respostas sobre <strong>programação</strong>. O site tem um modelo interessante, onde cada usuário pode postar suas dúvidas, indicar algumas tags e claro, todo mundo pode responder. Existem alguns sites irmãos: SuperUser (perguntas e respostas sobre informática em geral), ServerFault e o Meta (tudo sobre o modelo StackOverflow).</p>
<p>O mais interessante, é que no StackOverflow, as pessoas avaliam as respostas. Quanto melhor a resposta, mais chances de ela ser votada e mais chances de ela ser considerada a escolhida como melhor resposta - tudo isto em troca de pontos de reputação. O site é muito legal.</p>
<p>Algumas semanas atrás, sugeri à um dos criadores do website à criar um StackOverflow, mas no assunto de GIS. O que o site teria como perguntas e respostas? Tudo sobre SIG/GIS, GNSS, topografia, utilização de softwares, metodologias, algoritmos, <strong>programação específica para SIG/GIS</strong>, enfim, tudo <strong>geoespacial.</strong></p>
<p>Bem, ele não apoiou minha idéia, mas me deu um link para um site em que eles (os criadores do StackOverflow) abriram para a comunidade sugerir sites, com um processo todo elaborado, de definição de escopo, votação de perguntas on e off topic e uma fase de <em>commitment</em>.</p>
<p>Não é que o site está vingando? Atualmente estamos na fase de <em>commitment</em> com muitos usuários. Vi nomes de peso da OsGEO, bloggers importantes e diversas pessoas interessadas em colaborar.</p>
<p>Fica a sugestão: conheça o StackOverflow, o SuperUser ou o ServerFault e ajude o GIS StackOverflow à decolar! Lembrando que este projeto de site, logo logo deve estar no ar, não é específico de nenhuma tecnologia. Não estamos no limitando à ESRI ou à OpenSource. É geoespacial? Faz parte <img src='http://blog.geoprocessamento.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Tão aí os links:</p>
<ul>
<li><a rel="nofollow" target="_blank" title="SIG/GIS StackOverflow" href="http://area51.stackexchange.com/proposals/1425/geographic-information-systems?referrer=lYCTGUehRGQN5QfMOt5KEg2" target="_blank">SIG/GIS StackOverflow</a></li>
<li><a rel="nofollow" target="_blank" title="StackOverflow" href="http://www.stackoverflow.com" target="_blank">StackOverflow</a></li>
<li><a rel="nofollow" target="_blank" title="ServerFault" href="http://www.serverfault.com" target="_blank">ServerFault</a></li>
<li><a rel="nofollow" target="_blank" title="SuperUser" href="http://www.superuser.com" target="_blank">SuperUser</a></li>
</ul>
<p>Abraços</p>
<p>George Silva</p>


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<li><a href='http://blog.geoprocessamento.net/2011/05/sistema-de-informacao-para-avaliacao-de-risco-vulnerabilidade-a-inundacoes-%e2%80%93-parte-2-metodologia-geral/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Sistema de informacao para avaliacao de risco-vulnerabilidade a inundacoes – parte 2: metodologia geral'>Sistema de informacao para avaliacao de risco-vulnerabilidade a inundacoes – parte 2: metodologia geral</a></li>
<li><a href='http://blog.geoprocessamento.net/2011/05/sistema-de-informacao-para-avaliacao-de-risco-vulnerabilidade-a-inundacoes-%e2%80%93-parte-3-obtencao-dos-parametros/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Sistema de informacao para avaliacao de risco-vulnerabilidade a inundacoes – parte 3: obtencao dos parametros'>Sistema de informacao para avaliacao de risco-vulnerabilidade a inundacoes – parte 3: obtencao dos parametros</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Funções PostGIS #3</title>
		<link>http://blog.geoprocessamento.net/2010/05/funcoes-postgis-3/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=funcoes-postgis-3</link>
		<comments>http://blog.geoprocessamento.net/2010/05/funcoes-postgis-3/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 25 May 2010 17:11:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Rodrigues da Cunha Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[George Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Banco de Dados Geográficos]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[dev]]></category>
		<category><![CDATA[PostGIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa tarde pessoal! Vamos falar um pouco hoje das funções de análise espacial e medições. Antes disso, o blog alcançou +50 postagens essa semana. Parabéns para nós! ST_Area() Esta função é bastante simples. Ela retorna a área de um polígono ou multipolígono. -- assinatura -- SELECT ST_Area(geometria) SELECT ST_Area( ST_GeomFromText(('POLYGON((0 0, 1 0,1 1,0 1,0 [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa tarde pessoal!</p>
<p>Vamos falar um pouco hoje das funções de análise espacial e medições. Antes disso, o blog alcançou +50 postagens essa semana. Parabéns para nós!</p>
<h3>ST_Area()</h3>
<p>Esta função é bastante simples. Ela retorna a área de um polígono ou multipolígono.</p>
<pre name="code" class="SQL">-- assinatura
-- SELECT ST_Area(geometria)

SELECT ST_Area(
   ST_GeomFromText(('POLYGON((0 0, 1 0,1 1,0 1,0 0))')))
</pre>
<h3>ST_Perimeter()</h3>
<p>Outra função bastante simples, de um único argumento. O argumento deve ser uma geometria do tipo polígono. Se você passar uma LINESTRING, o PostGIS irá retornar 0. Veja ST_Length() para LINESTRINGs.</p>
<pre name="code" class="SQL">-- assinatura
-- SELECT ST_Area(geometria)

SELECT ST_Perimeter(
   ST_GeomFromText(('POLYGON((0 0, 1 0,1 1,0 1,0 0))')));

-- só funciona com polígonos. user ST_Length()
SELECT ST_Perimeter(
   ST_GeomFromText('LINESTRING(0 0, 1 0, 2 1, 2 2, 3 2)'));
</pre>
<h3>ST_Perimeter2D()</h3>
<p>Calcula o perímetro considerando apenas as coordenadas X e Y de um polígono.</p>
<pre name="code" class="SQL">-- assinatura
-- SELECT ST_Perimeter2D(geometria)
-- note que nosso polígono é 3D, possui Z.
SELECT ST_Perimeter2D(
   ST_GeomFromText(('POLYGON((0 0 1, 1 0 1,1 1 2,0 1 3,0 0 1))')));
</pre>
<h3>ST_Perimeter3D()</h3>
<p>Calcula o perímetro de um polígono levando em conta as coordenadas Z. Veja que nosso polígono anterior, com a coordenada Z, ST_Perimeter3D() nos dá um retorno diferente.</p>
<pre name="code" class="SQL">-- assinatura
-- SELECT ST_Perimeter3D(geometria)
-- note que o polígono é 3D, possui Z.
SELECT ST_Perimeter3d(
   ST_GeomFromText(('POLYGON((0 0 1, 1 0 1,1 1 2,0 1 3,0 0 1))')));
</pre>
<h3>ST_Length()</h3>
<p>Calcula o comprimento de uma LINESTRING. Simples e direto <img src='http://blog.geoprocessamento.net/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> . Esta função calcula o comprimento de uma linha em duas dimensões.</p>
<pre name="code" class="SQL">-- assinatura
-- SELECT ST_Length(geometria)

SELECT ST_Length(
    ST_GeomFromText('LINESTRING(0 0, 1 0, 2 1, 3 3)'));
</pre>
<h3>ST_Length2D()</h3>
<p>Exatamente igual à função acima. É apenas um apelido para ST_Length().</p>
<h3>ST_Length3D()</h3>
<p>Esta função funciona exatamente como ST_Perimeter3D. Mas para LINESTRINGs. Esta função leva em conta as coordenadas no eixo Z de uma geometria.</p>
<pre  name="code" class="SQL">
-- assinatura
-- SELECT ST_Length3D(geometria)

SELECT ST_Length3D(
    ST_GeomFromText('LINESTRING(0 0 1, 0 0 0, 1 0 2, 2 3 1)'));
</pre>
<h3>ST_Centroid()</h3>
<p>Esta função calcula o centro de massa de uma geometria. Para pontos é apenas uma média aritmética de seus conjuntos de coordenadas. Para LINESTRINGS, é o resultado de uma média ponderada do comprimento de seus segmentos e para polígonos o centro de massa do mesmo.</p>
<p>É possível aplicar esta função em qualquer tipo de geometria e em coleções genéricas (GEOMETRY_COLLECTIONs - conjuntos de geometrias de diversos tipos), sendo o resultado equivalente ao centróide do conjunto de geometrias de maior dimensionalidade (pontos são 0-dimensionais, linhas unidimensionais, polígonos bidimensionais). Ou seja, se temos um conjunto de pontos, linhas e polígonos, o centróide será igual ao centróide do conjunto de polígonos.</p>
<p>Esta função é importante. Diversas vezes a maneira mais prática e fácil de se transformar dados é através do centróide e preparar dados para estatísticas espaciais.</p>
<pre name="code" class="SQL">
-- assinatura
-- SELECT ST_Centroid(geometria)

SELECT ST_AsText(
	ST_CENTROID(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0, 1 0, 1 1, 0 1, 0 0))')));

SELECT ST_AsText(
	ST_CENTROID(
	ST_GeomFromText('LINESTRING(0 0, 1 0, 1 1)')));

SELECT ST_AsText(
	ST_CENTROID(
	ST_GeomFromText('MULTIPOINT((0 0),(5 8),(10 1))')));
</pre>
<p>Aqui estão os resultados das chamadas acima.</p>
<div id="attachment_759" class="wp-caption aligncenter" style="width: 141px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/ST_Centroid.png"><img class="size-full wp-image-759" title="ST_Centroid" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/ST_Centroid.png" alt="Resultado da função ST_Centroid utilizando um polígono como argumento" width="131" height="52" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da função ST_Centroid utilizando um polígono como argumento</p></div>
<div id="attachment_761" class="wp-caption aligncenter" style="width: 163px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/ST_Centroid1.png"><img class="size-full wp-image-761" title="ST_Centroid1" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/ST_Centroid1.png" alt="Resultado da função ST_Centroid utilizando uma linestring como argumento" width="153" height="52" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da função ST_Centroid utilizando uma linestring como argumento</p></div>
<div id="attachment_760" class="wp-caption aligncenter" style="width: 162px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/ST_Centroid2.png"><img class="size-full wp-image-760" title="ST_Centroid2" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/ST_Centroid2.png" alt="Resultado da função ST_Centroid utilizando um multipoint como argumento" width="152" height="53" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da função ST_Centroid utilizando um multipoint como argumento</p></div>
<h3>ST_Intersects()</h3>
<p>Outra função importante. Esta função simplesmente teste se geometria A interseciona geometria B. Esta função <strong>não</strong> retorna a real interseção das duas partes, mas somente se elas se intersecionam ou não, <em>true</em> ou <em>false</em>. ST_Intersects pode ser utilizado com qualquer par de geometrias.</p>
<pre name="code" class="SQL">
-- assinatura
-- SELECT ST_Intersercts(geometria_A,geometria_B);

-- retorna true
SELECT ST_Intersects(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0, 1 1, 1 0, 0 1, 0 0))'),ST_GeomFromText('LINESTRING(0 0, 2 2, 1 1)'));

-- retorna false
SELECT ST_Intersects(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0, 1 1, 1 0, 0 1, 0 0))'),ST_GeomFromText('LINESTRING(10 10, 20 10)'));
</pre>
<h3>ST_Intersection()</h3>
<p>Esta função é parecida com a ST_Intersects, mas esta retorna de fato a interseção entre as duas geometrias. Ambas as funções são computacionalmente intensivas, portanto cuidado ao utilizá-la em um sistema em produção, em views e outras coisas deste tipo. Esta função tem uma particularidade: podemos usar como parametro qualquer tipo de geometria, mas o resultado sempre virá no formato de geometria com menor dimensionalidade.</p>
<p>Exemplo: se computarmos a interseção entre dois polígonos, teremos como resultado um polígono (ou nulo). Se computarmos a interseção entre um polígono e diversas linhas, o resultado será uma LINESTRING <strong>obrigatoriamente</strong>. Porque? É matemático, a interseção de um polígono com um ponto sempre terá como resultado um ponto. Os resultados estão em verde.</p>
<p>Veja:</p>
<div id="attachment_765" class="wp-caption aligncenter" style="width: 274px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_line_line1.png"><img class="size-full wp-image-765" title="ST_Intersection_Linestrings" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_line_line1.png" alt="Resultado gráfico da interseção de duas LINESTRINGs" width="264" height="182" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado gráfico da interseção de duas LINESTRINGs</p></div>
<p>Podemos ter como resultado da interseção entre duas LINESTRINGs um conjunto de pontos ou uma LINESTRING (quando dois segmentos são coincidentes).</p>
<div id="attachment_766" class="wp-caption aligncenter" style="width: 281px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_poli_ponto.png"><img class="size-full wp-image-766" title="ST_Intersection_PointPolygon" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_poli_ponto.png" alt="Resultado gráfico da interseção de um conjunto de pontos e um polígono" width="271" height="234" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado gráfico da interseção de um conjunto de pontos e um polígono</p></div>
<div id="attachment_767" class="wp-caption aligncenter" style="width: 335px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_poli_linha.png"><img class="size-full wp-image-767" title="ST_Intersection_PolylinePolygon" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_poli_linha.png" alt="Resultado gráfico de ST_Intersection entre um conjunto de LINESTRINGs e um polígono" width="325" height="294" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado gráfico de ST_Intersection entre um conjunto de LINESTRINGs e um polígono</p></div>
<div id="attachment_768" class="wp-caption aligncenter" style="width: 335px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_poli_poli.png"><img class="size-full wp-image-768" title="ST_IntersectionPolygonPolygon" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_poli_poli.png" alt="Resultado gráfico de ST_Intersection entre dois polígonos" width="325" height="284" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado gráfico de ST_Intersection entre dois polígonos</p></div>
<p>Vamos à assinatura da função:</p>
<pre name="code" class="SQL">
-- assinatura
-- SELECT ST_Intersection(geometria_A,geometria_B);

-- POLYGON e LINESTRING
SELECT ST_AsText(ST_Intersection(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,1 0, 1 1,0 1,0 0))'),
        ST_GeomFromText('LINESTRING(0 0,.5 .5,2 2,3 3)')));

-- POLYGON E PONTO
SELECT ST_AsText(ST_Intersection(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,1 0, 1 1,0 1,0 0))'),
        ST_GeomFromText('POINT(.2 .2)')))

-- POLYGON e POLYGON
SELECT ST_AsText(ST_Intersection(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,1 0, 1 1,0 1,0 0))'),
	ST_GeomFromText('POLYGON((.5 .5,1.5 .5,1.5 1.5,.5 1.5,.5 .5))')))

-- LINESTRING e LINESTRING
SELECT ST_AsText(ST_Intersection(
	ST_GeomFromText('LINESTRING(0 0,1 1,3 2,6 6)'),
	ST_GeomFromText('LINESTRING(-1 -1,.5 .5,3 4,5 6)')))
</pre>
<p>Os resultados em formato texto são os seguintes:</p>
<div id="attachment_773" class="wp-caption aligncenter" style="width: 354px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_text_polygon_line.png"><img class="size-full wp-image-773" title="ST_IntersectionText_PolygonLinestring" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_text_polygon_line.png" alt="Resultado textual de ST_Intersection entre um polígono e uma linestring" width="344" height="55" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado textual de ST_Intersection entre um polígono e uma linestring</p></div>
<div id="attachment_774" class="wp-caption aligncenter" style="width: 355px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_text_polygon_point.png"><img class="size-full wp-image-774" title="ST_IntersectionText_PolygonPoint" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_text_polygon_point.png" alt="Resultado textual de ST_Intersection entre um polígono e um ponto" width="345" height="55" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado textual de ST_Intersection entre um polígono e um ponto</p></div>
<div id="attachment_775" class="wp-caption aligncenter" style="width: 357px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_text_polygon_polygon.png"><img class="size-full wp-image-775" title="ST_IntersectionText_PolygonPolygon" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_text_polygon_polygon.png" alt="Resultado textual de ST_Intersection entre dois polígonos" width="347" height="55" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado textual de ST_Intersection entre dois polígonos</p></div>
<div id="attachment_776" class="wp-caption aligncenter" style="width: 356px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_text_LINE_line.png"><img class="size-full wp-image-776" title="ST_IntersectionText_LinestringLinestring" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_intersection_text_LINE_line.png" alt="Resultado textual de ST_Intersection entre duas LINESTRINGs" width="346" height="55" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado textual de ST_Intersection entre duas LINESTRINGs</p></div>
<p>Uma nota importante: pontos não se intersecionam. Ou eles são coincidentes ou não.</p>
<h3>ST_Overlaps</h3>
<p>Esta função é parecida em funcionamento com a ST_Intersects. Na verdade ela realiza a mesma operação que ST_Intersects, mas leva em consideração se um objeto não está contido plenamente dentro do outro. Esta função opera com qualquer tipo de geometria, mas presta atenção na dimensionalidade de cada uma: uma geometria de menor dimensionalidade está sempre contida na geometria de maior dimensionalidade, portanto, não sobrepõe a de maior dimensionalidade.</p>
<p>Exemplo: geometria_a é um ponto e geometria_b é um polígono. Se perguntado se ST_Overlaps(geometria_a,geometria_b), o PostGIS vai retornar falso, pois não são da mesma dimensionalidade. Se geometria_a é um polígono e geometria_b também, a operação pode retornar verdadeiro, caso a sobreposição ocorra.</p>
<pre name="code" class="SQL">
-- assinatura
-- SELECT ST_Overlaps(geometria_a,geometria_b)

-- [1]
-- mesma dimensionalidade: estas geometrias podem se sobrepor.
SELECT ST_Overlaps(
	ST_GeomFromText('LINESTRING(0 0,1 1,3 2,6 6)'),
	ST_GeomFromText('LINESTRING(-1 -1,.5 .5,3 4,5 6)'))

-- [2]
-- mesma dimensionalidade: estas geometrias podem se sobrepor.
SELECT ST_Overlaps(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,1 0,1 1,0 1,0 0))'),
	ST_GeomFromText('POLYGON((.5 .5,1.5 .5,1.5 1.5,.5 1.5,.5 .5))'))

-- [3]
-- dimensionalidade diferente: estas geometrias não podem se sobrepor (mesmo que se intersecionem)
SELECT ST_Overlaps(
	ST_GeomFromText('LINESTRING(0 0,1 1,3 2,6 6)'),
	ST_GeomFromText('POINT(0 0)'));

-- [4]
-- dimensionalidade diferente: estas geometrias não podem se sobrepor (mesmo que se intersecionem)
SELECT ST_Overlaps(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,1 0,1 1,0 1,0 0))'),
	ST_GeomFromText('POINT(0 0)'));
</pre>
<div id="attachment_780" class="wp-caption aligncenter" style="width: 144px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/ST_Overlaps_LinestringLinestring.png"><img class="size-full wp-image-780" title="ST_Overlaps_True" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/ST_Overlaps_LinestringLinestring.png" alt="Resultado da função ST_Overlaps nos exemplos 1 e 2 de ST_Overlaps" width="134" height="52" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da função ST_Overlaps nos exemplos 1 e 2 de ST_Overlaps</p></div>
<div id="attachment_781" class="wp-caption aligncenter" style="width: 144px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/ST_Overlaps_LinestringPoint.png"><img class="size-full wp-image-781" title="ST_Overlaps_False" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/ST_Overlaps_LinestringPoint.png" alt="Resultado da função ST_Overlaps nos exemplos 3 e 4 de ST_Overlaps" width="134" height="52" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da função ST_Overlaps nos exemplos 3 e 4 de ST_Overlaps</p></div>
<h3>ST_Covers()</h3>
<p>Esta função retorna verdadeiro caso nenhum ponto da geometria_b se encontre fora da geometria_a.</p>
<pre name="code" class="SQL">
-- assinatura
-- SELECT ST_Covers(geometria_a,geomtria_b);

-- geometria_a cobre geometria_b? verdadeiro
SELECT ST_Covers(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,10 0,10 10,0 10,0 0))'),
	ST_GeomFromText('POLYGON((.5 .5,1.5 .5,1.5 1.5,.5 1.5,.5 .5))'));

-- geometria_a cobre geometria_b? verdadeiro, todos os pontos de geometria_b estão contidos em a
SELECT ST_Covers(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,10 0,10 10,0 10,0 0))'),
	ST_GeomFromText('POINT(1 1)'));

-- geometria_a cobre geometria_b? falso. geometria_a é menor que geometria_a.
SELECT ST_Covers(
	ST_GeomFromText('POLYGON((.5 .5,1.5 .5,1.5 1.5,.5 1.5,.5 .5))'),
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,10 0,10 10,0 10,0 0))'));

-- geometria_a cobre geometria_b? falso. geometria_a cobre geometria_b parcialmente (note o segundo ponto, em 100 100)
SELECT ST_Covers(
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,10 0,10 10,0 10,0 0))'),
	ST_GeomFromText('MULTIPOINT((1 1),(100 100))'));
</pre>
<div id="attachment_782" class="wp-caption aligncenter" style="width: 145px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_covers_true.png"><img class="size-full wp-image-782" title="ST_Covers_True" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_covers_true.png" alt="Resultado da função ST_Covers utilizando com dois polígonos" width="135" height="52" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da função ST_Covers utilizando com dois polígonos</p></div>
<div id="attachment_783" class="wp-caption aligncenter" style="width: 144px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_covers_false.png"><img class="size-full wp-image-783" title="ST_Covers_False" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_covers_false.png" alt="Resultado da função ST_Covers entre um polígono e multipontos" width="134" height="53" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da função ST_Covers entre um polígono e multipontos</p></div>
<h3>ST_Within()</h3>
<p>Esta função é similar em funcionamento à ST_Covers(). A diferença aqui é que esta retorna positivo se estiver completamente dentro de B.</p>
<pre name="code" class="SQL">
-- assinatura
-- SELECT ST_Within(geometria_a,geometria_b)

-- [1]
-- geometria_a está completamente dentro de geometria_b? verdadeiro
SELECT ST_Within(
	ST_GeomFromText('POINT(5 5)'),
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,10 0,10 10,0 10,0 0))'));

-- [2]
-- geometria_a está completamente dentro de geometria_b? verdadeiro
SELECT ST_Within(
	ST_GeomFromText('LINESTRING(5 5, 2 3, 1 0)'),
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,10 0,10 10,0 10,0 0))'));

-- [3]
-- geometria_a está completamente dentro de geometria_b? verdadeiro
SELECT ST_Within(
	ST_GeomFromText('POLYGON((1 1,2 1,2 2,1 2,1 1))'),
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,10 0,10 10,0 10,0 0))'));

-- [4]
-- geometria_a está completamente dentro de geometria_b? falso. geometrias de dimensionalidade menor não contém geometrias de maior
-- dimensionalidade
SELECT ST_Within(
	ST_GeomFromText('POLYGON((1 1,2 1,2 2,1 2,1 1))'),
	ST_GeomFromText('MULTIPOINT((0 0),(10 0),(10 10),(0 10),(0 0))'));

-- [5]
-- geometria_a está completamente dentro de geometria_b? falso. A não está inteiramente dentro de B
SELECT ST_Within(
	ST_GeomFromText('MULTIPOINT((5 5),(100 100))'),
	ST_GeomFromText('POLYGON((0 0,10 0,10 10,0 10,0 0))'));
</pre>
<div id="attachment_786" class="wp-caption aligncenter" style="width: 144px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_within_true.png"><img class="size-full wp-image-786" title="ST_Within_True" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_within_true.png" alt="Resultado da função ST_Within(), exemplos de 1 à 3" width="134" height="52" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da função ST_Within(), exemplos de 1 à 3</p></div>
<div id="attachment_787" class="wp-caption aligncenter" style="width: 145px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_within_false.png"><img class="size-full wp-image-787" title="ST_Within_False" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_within_false.png" alt="Resultado da função ST_Within, exemplos 4 e 5" width="135" height="54" /></a><p class="wp-caption-text">Resultado da função ST_Within, exemplos 4 e 5</p></div>
<p>Por agora é só pessoal. No próximo post vou tentar explicar melhor sobre a dimensionalidade de cada tipo de geometria e os porquês estas funções se comportam desta maneira.</p>
<p>Espero que tenham gostado.</p>
<p>Abraços</p>
<p>George R. C. Silva</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.geoprocessamento.net/2010/05/funcoes-postgis-3/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>Dez Anos do Fim da Selective Availability</title>
		<link>http://blog.geoprocessamento.net/2010/05/10-anos-do-fim-da-selective-availability/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=10-anos-do-fim-da-selective-availability</link>
		<comments>http://blog.geoprocessamento.net/2010/05/10-anos-do-fim-da-selective-availability/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 May 2010 18:07:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geo.NET</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[GPS]]></category>
		<category><![CDATA[Topografia/Geodésia]]></category>

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		<description><![CDATA[Queria comentar com vocês algo que influenciou para melhor o funcionamento do Sistema de Posicionamento por Satélite (GPS). No mês de Maio do ano 2000, portanto há dez anos, foi descontinuada a introdução de erros conhecida por Selective Availability (S. A.). Você sabe o que era a S. A. e como ela afetava o uso [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><img class="aligncenter size-full wp-image-742" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/gps00.gif" alt="" width="270" height="279" /></p>
<p style="text-align: justify">Queria comentar com vocês algo que influenciou para melhor o funcionamento do Sistema de Posicionamento por Satélite (GPS).</p>
<p style="text-align: justify">No mês de Maio do ano 2000, portanto há <strong>dez anos</strong>, foi descontinuada a introdução de erros conhecida por <em>Selective Availability</em> (S. A.). <strong>Você sabe o que era a S. A. e como ela afetava o uso de aparelhos receptores GPS de navegação?</strong></p>
<p style="text-align: justify">O SA acrescentava erros intencionais que "desviava" a posição real entre 50 ou mesmo 150 metros para os sinais de GPS de navegação à disposição do público!  O erro era introduzido pela adulteração do valor do sinal <strong>L1</strong> transmitido pelo satélite, afetando apenas receptores de uso civil.</p>
<p style="text-align: justify"><img class="alignright" src="http://www.garmin.pt/images/010-00421-01.jpg" alt="" width="300" height="300" />Para que esse erro intencional? Isso visava evitar que algum "inimigo"  (terrorista) pudesse utilizar os sinais civis de receptores GPS como uma arma de  alta precisão.</p>
<p style="text-align: justify">Vale destacar que era possível driblar este erro recorrendo ao método do GPS diferencial, ou <strong>DGPS</strong>, que faz uso de uma estação base fixa, de localização conhecida para aferir os erros e introduzir o fator de correção, obtendo assim uma posição precisa.</p>
<p style="text-align: justify">Hoje a qualidade do  sinal GPS para receptores de navegação melhorou consideravelmente, girando em torno de dez metros, o que como todos bem sabem massificou o uso de aparelhos que denavegação integrados a aparelhos de telefonia móvel, automóveis, etc.</p>
<p style="text-align: justify">Pensando um pouco no objetivo que a S. A. tinha, ela seria alguma proteção atualmente contra um "inimigo", em especial tendo em vista  serviços <em>online </em>gratuitos como o <em>Google Earth</em> ou <em>Maps</em>?</p>
<p style="text-align: justify">O que vocês acham?</p>
<p style="text-align: justify">Um Abraço.</p>
<p style="text-align: justify">--</p>
<p style="text-align: justify">Anderson Medeiros</p>
<p style="text-align: justify">Tecnólogo em Geoprocessamento</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Funções PostGIS #1</title>
		<link>http://blog.geoprocessamento.net/2010/05/funcoes-postgis-1/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=funcoes-postgis-1</link>
		<comments>http://blog.geoprocessamento.net/2010/05/funcoes-postgis-1/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 May 2010 19:39:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Rodrigues da Cunha Silva</dc:creator>
				<category><![CDATA[George Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[OpenSource]]></category>
		<category><![CDATA[PostGIS]]></category>
		<category><![CDATA[PostgreSQL]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa tarde pessoal, Me desculpem o tempo parado, mas é que a correria está grande! Gostaria de mostrar um pouco as funções do PostGIS e as maravilhas que podemos fazer com elas. Vamos começar devagar, com as básicas e ir aumentando o grau de complexidade destes posts. Algumas idéias aqui surgirão, como a criação de [...]


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<li><a href='http://blog.geoprocessamento.net/2010/07/postgis-decisoes-municipais-2/' rel='bookmark' title='Permanent Link: Desenvolvendo um SIG para Suporte de Decisões Municipais #2'>Desenvolvendo um SIG para Suporte de Decisões Municipais #2</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Boa tarde pessoal,</p>
<p style="text-align: justify;">Me desculpem o tempo parado, mas é que a correria está grande!</p>
<p style="text-align: justify;">Gostaria de mostrar um pouco as funções do <em>PostGIS</em> e as maravilhas que podemos fazer com elas. Vamos começar devagar, com as básicas e ir aumentando o grau de complexidade destes posts. Algumas idéias aqui surgirão, como a criação de indíces específicos com o uso destas funções, uma prática comum para aumentar a perfomance do banco de dados. Espero que gostem. O <em>PostGIS</em> utilizado é o 1.4.0.</p>
<h3 style="text-align: justify;">PostGIS_Full_Version()</h3>
<p>Esta função não faz muita coisa, ela apenas te diz a versão do PostGIS instalada, bem como quais as versões das bibliotecas das quais o PostGIS depende <em>(Proj4</em> e <em>GEOS</em>). Ela é importante pois é uma das primeiras perguntas que irão lhe fazer quando você encontrar dificuldades ou <em>bugs</em>. Guarde-a num cantinho da sua mente <img src='http://blog.geoprocessamento.net/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> .</p>
<pre name="code" class="SQL">
SELECT * FROM PostGis_Full_Version()
</pre>
<h3>AddGeometryColumn()</h3>
<p style="text-align: justify;">Esta sim é importante. Aprenda-a usar logo.  Ela é responsável por adicionar corretamente as colunas geométricas à uma tabela. Ela não só adiciona a coluna à tabela, como cria as <em>constraints</em> definidas e popula a tabela <em>geometry_columns</em>. Se você adicionar uma coluna geométrica e não popular a tabela <em>geometry_columns</em> diversos softwares SIG podem não reconhecer aquela tabela como espacial. Portanto atenção nas duas.</p>
<pre name="code" class="SQL">CREATE TABLE teste(
id serial not nuLl,
atributo1 varchar(20) not null default 'abc',
constraint teste_pk primary key (id)
);

-- assinaturas
-- SELECT * FROM AddGeometryColumn('tabela','nome_da_coluna_a_ser_criada',srid,'TIPO_DE_GEOMETRIA',dimensao);
-- SELECT * FROM AddGeometryColumn('esquema','tabela','nome_da_coluna_a_ser_criada',srid,'TIPO_DE_GEOMETRIA',dimensao);

SELECT * FROM AddGeometryColumn('teste','the_geom',29192,'POINT',2);
-- QUALQUER UM DESSES FORMATOS FUNCIONAM
</pre>
<p style="text-align: justify;">Qualquer um das assinaturas é válida.</p>
<h3 style="text-align: justify;">DropGeometryColumn()</h3>
<p>Esta função faz o inverso da <em>AddGeometryColumn()</em>. Ela remove a coluna espacial e limpa o registro na tabela <em>geometry_columns</em>.</p>
<pre name="code" class="SQL">-- assinaturas
-- SELECT * FROM DropGeometryColumn('tabela','nome_da_coluna');
-- SELECT * FROM DropGeometryColumn('esquema','tabela','nome_da_coluna');

SELECT * FROM DropGeometryColumn('teste','the_geom');
</pre>
<h3>Populate_Geometry_Columns()</h3>
<p style="text-align: justify;">Esta função escaneia todas as tabelas que contenham colunas do tipo <em>geometry</em> e as popula com as <em>constraints</em> apropriadas: tipo de geometria, número de dimensões e SRID especificado.</p>
<pre name="code" class="SQL">-- assinaturas
-- SELECT * FROM Populate_Geometry_Columns();
-- SELECT * FROM Populate_Geometry_Columns(oid_tabela);

SELECT * FROM Populate_Geometry_Columns();
</pre>
<p>Esta função sem argumentos, irá escanear <strong>todas</strong> as tabelas do banco e tentar criar as <em>constraints</em> para cada uma. Se você especificar um <em>oid</em> a função tentará fazer isto somente para a tabela especificada.</p>
<h3>Probe_Geometry_Columns()</h3>
<p>Esta função escaneia todas as tabelas do banco com <em>constraints</em> espaciais e as adiciona à tabela <em>geometry_columns</em>. Mão na roda para garantir que todas suas tabelas estejam de acordo para uso em softwares de SIG. Esta função <strong>não</strong> escaneia <em>views</em> que têm de ser populadas na tabela <em>geometry_columns</em> na mão.</p>
<pre name="code" class="SQL">-- assinatura
-- SELECT * FROM Probe_Geometry_Columns();

SELECT * FROM Probe_Geometry_Columns();
</pre>
<h3>UpdateGeometrySRID</h3>
<p>Esta belezinha aqui realiza o trabalho de atualizar as constraints e as geometrias para determinado <em>SRID</em>. Cuidado, esta função <strong>não converte</strong> coordenadas. Apenas atualiza a tabela <em>geometry_columns</em> e as <em>constraints</em> correspondentes!</p>
<pre name="code" class="SQL">-- assinatura
-- SELECT * FROM UpdateGeometryColumn('nome_tabela','nome_coluna_espacial',novo_srid);
-- SELECT * FROM UpdateGeometryColumn('esquema','nome_tabela','nome_coluna_espacial',novo_srid);

SELECT * FROM UpdateGeometryColumn('public','teste','the_geom',-1);
</pre>
<h3>ST_Transform</h3>
<p>Iniciando nas funções realmente espaciais, temos a função <em>ST_Transform</em>. Você notará que todas as funções espaciais contém o prefixo ST. As anteriores não possuem o prefixo pois são funções administrativas. Esta função, realmente <strong>converte</strong> as coordenadas de um <em>SRID</em> para outro.</p>
<pre name="code" class="SQL">-- assinatura
-- ST_Transform(geometria,novo_srid);

-- sem transformacao
SELECT cd_equipamento_urbano, ST_AsText(the_geom) FROM equipamento_urbano;

-- transformada
SELECT cd_equipamento_urbano, ST_AsText(ST_Transform(the_geom,4618)) FROM equipamento_urbano;
</pre>
<p>Nesta seção vemos duas funções. <em>ST_AsText</em> que será explicada mais tarde, e a <em>ST_Transform</em>. Veja como podemos embrulhar funções dentro de funções, que são avaliadas de dentro para fora. Os resultados das <em>queires</em> acima são.</p>
<div id="attachment_698" class="wp-caption aligncenter" style="width: 710px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_transform.png"><img class="size-full wp-image-698" title="ST_Transform" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_transform.png" alt="Tabela de pontos original em UTM Zona 22S" width="700" height="278" /></a><p class="wp-caption-text">Tabela de pontos original em UTM Zona 22S</p></div>
<p>Esta é o resultado transformado:</p>
<div id="attachment_699" class="wp-caption aligncenter" style="width: 708px"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_transform2.png"><img class="size-full wp-image-699" title="ST_Transform2" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/05/st_transform2.png" alt="Tabela de pontos transformada em SAD69 Lat/Long" width="698" height="277" /></a><p class="wp-caption-text">Tabela de pontos transformada em SAD69 Lat/Long</p></div>
<p>Existem muiiiitas funções úteis no PostGIS que são realmente uma mão na roda. Próximo post falaremos de funções modificadoras de geometria e construção de geometrias.</p>
<p>Espero que tenham gostado.</p>
<p>Abraços</p>
<p>George R. C. Silva</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Padrões Open Geospatial Consortium – Parte 2</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Apr 2010 08:16:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geo.NET</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje vamos dar sequência à postagem sobre padrões da OGC. Na primeira postagem dessa série vimos o que é o OGC e alguns comentários sobre as especificações WMS, WFS e WCS. Agora vamos tecer algumas considerações sobre os padrões GML, KML e SLD. Geographic Markup Language (GML) O objetivo da GML é oferecer um conjunto [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.geoprocessamento.net/"><img class="aligncenter size-full wp-image-631" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/04/ogc-21.jpg" alt="" width="496" height="365" /></a>Hoje vamos dar sequência à postagem sobre padrões da <strong>OGC</strong>. Na <a href="http://blog.geoprocessamento.net/2010/03/ogc-parte1/" target="_blank"><strong>primeira postagem dessa série</strong></a> vimos o que é o OGC e alguns comentários sobre as especificações <strong>WMS</strong>, <strong>WFS</strong> e <strong>WCS</strong>.</p>
<p>Agora vamos tecer algumas considerações sobre os padrões <strong>GML</strong>, <strong>KML</strong> e <strong>SLD</strong>.</p>
<h3><em>Geographic Markup Language</em><em><strong> </strong></em><strong>(GML)</strong><em><strong><br />
</strong></em></h3>
<p>O objetivo da <strong>GML</strong> é oferecer um conjunto de regras com as quais um usuário pode definir sua própria linguagem para descrever seus dados, assim utilização do padrão GML permite a interoperabilidade entre dados geográficos.  Definindo como será o armazenamento e transporte de informações geográficas, incluindo propriedades espaciais e não espaciais das entidades geográficas.</p>
<p>O GML é usado também em serviços<strong> WFS</strong> para trocar feições entre clientes e servidores, servindo, portanto como suporte ao serviço WFS.</p>
<h3><em>Keyhole Markup Language</em><em><strong> </strong></em><strong>(KML)</strong></h3>
<p>A linguagem <strong>XML</strong> (<em>eXtensible Markup Language</em>), como o próprio nome já diz, pode ser extendida  ou ampliada. O próprio padrão  <strong>KML </strong>da OGC é uma extensão de um XML utilizado pelo Google para tornar possível a visualização de dados geográficos nos seus famosos programas:<strong> <em>Google Earth</em></strong> e <em><strong>Google Maps</strong></em>.</p>
<p>A estrutura do KML é baseado em <em>tags</em> como ocorre com arquivos HTML e XML comuns. Estas <em>tags </em>do KML tem os nomes e atributos usados para objetivos de exibição específicas. Em termos simples, notamos que o <em>Google Earth</em> e e o <em>Google Maps</em> funcionam pra os arquivos KML como como navegadores.</p>
<p>O KML depende de outros padrões para gerar a visualização de dados geográficos, pois na sintaxe do KML proveniente de um serviço de internet existe uma requisição WMS.</p>
<p>Hoje, o OGC e o <em>Google</em> trabalham em conjunto para aprimorar a implementação do KML, além de manter a comunidade informada das atualizações e avanços em seu projeto.</p>
<h3><em>Styled Layer Descriptor</em><em><strong> </strong></em><strong>(SLD)</strong></h3>
<p>A especificação <strong>SLD</strong> se refere à um arquivo XML que representa graficamente entidades geográficas (textos, pontos, objetos lineares ou polígonos.). Na linguagem SLD podem ser definidas regras que agrupam objetos em diferentes categorias e definindo para cada grupo um estilo diferente, por exemplo a simbologia de um <strong>WMS </strong>(estabelecer cores e rótulos) a partir de regras a serem definidas.</p>
<p>Programas de SIG, como o <strong><em>Udig</em></strong>, geram arquivos SLD de forma automática. Para executar este processo, basta adicionar uma camada WFS à uma visualização do <em>Udig,</em> fazer uma requisição ao servidor através de uma URL adequada e depois criar temas e rótulos de acordo com as necessidades da aplicação.</p>
<p>Enfim, esta foi uma breve consideração sobre alguns dos principais padrões da OGC (WMS, WFS, WCS, GML, KML e SLD). Espero que tenham gostado. Qualquer dúvida, entre em contato deixando um comentário.</p>
<p>Um Abraço e até a próxima postagem</p>
<p>--</p>
<p>Anderson Medeiros</p>
<p>Tecnólogo em Geoprocessamento</p>
<p>Consultor em Geotecnologias Livres</p>


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		<title>Padrões Open Geospatial Consortium &#8211; Parte 1</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Mar 2010 13:18:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geo.NET</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><a href="http://blog.geoprocessamento.net"><img class="aligncenter size-full wp-image-536" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/03/ogc1.jpg" alt="" width="510" height="388" /></a></p>
<p>Olá Pessoal!</p>
<p>Hoje vou abordar um tema de extremo interesse para quem trabalha com Geotecnologias, livres ou não: Os padrões do<em> <strong>Open Geospatial Consortium</strong></em> (<strong>OGC</strong>). Nesta primeira parte da série vamos entender o que é o OGC e os padrões <strong>WMS</strong>, <strong>WFS</strong> e <strong>WCS</strong>.</p>
<h3>O <em><strong>Open Geospatial Consortium </strong></em><strong>(OGC)</strong><em><strong><br />
</strong></em></h3>
<p>Desde seus primórdios em 1994 a instituição, que se chamava <strong><em>OpenGis  Consortium</em></strong>, tem o com o objetivo de criar especificações de  interfaces e padrões de intercâmbio de dados geoespaciais.</p>
<p>O <strong>OGC</strong> é hoje uma entidade internacional com mais de 350 companhias, agências governamentais e universidades, que tem o intuito de <strong>promover o desenvolvimento de tecnologias</strong> que facilitem a <strong>interoperabilidade </strong>entre diferentes sistemas que trabalhem com informação e  localização espacial.</p>
<p>Asim, o OGC define especificações, ou padrões (como o WMS, WFS, WCS, etc) aos quais produtos e serviços precisam se adequar para que a interação entre diversas fontes de dados e informações espaciais seja facilitada, independente de fatores como a plataforma utilizada. A partir de agora vamos começar a compreender três das especificações do OGC.</p>
<h3><em>Web Map Service</em> (WMS)</h3>
<p>O padrão <strong>WMS</strong> define um serviço para a produção de mapas que serão apenas uma representação visual dos dados espaciais e não os dados em si. Estas representações serão geradas no formato de imagem, como JPEG, PNG e GIF ou em formato vetorial, como o<em> Scalable Vector Graphics</em> (SVG).</p>
<p>Este padrão especifica como o cliente deve requisitar as informações para o servidor e como este deve responder ao cliente. As operações WMS podem ser realizadas a partir de um navegador comum que fará a submissão das requisições sob a forma de uma URL.</p>
<p>É importante destacarmos que o conteúdo da URL dependerá da operação solicitada. Em outras palavras, através da URL, indica-se qual a informação que deve ser exibida (região geográfica e dado de interesse), bem como o sistema de referência espacial, além das características da imagem de saída (altura e largura).</p>
<h3><em>Web Feature Service</em> (WFS) e<em> Web Coverage Service</em> (WCS)</h3>
<p>A especificação de serviço <strong>WFS</strong> define um serviço para que clientes possam recuperar feições especiais em formato <strong>GML</strong> (você terá mais detalhes sobre GML na segunda parte desta série sobre o OGC).  O WFS pode ser implementado pelo servidor em duas versões:</p>
<ul>
<li><strong>Básica</strong> - Neste caso, basicamente funções de <strong>consulta</strong> ficam disponíveis, ou</li>
</ul>
<ul>
<li><strong>Transacional</strong> - Implementa o serviço completo, incluindo operações de <strong>inserção</strong>, <strong>deleção</strong>, <strong>edição</strong> e, claro,<strong> consulta</strong> à objetos espaciais.</li>
</ul>
<p>Assim, podemos afirmar que o WFS apresenta maior interatividade que o WMS, pois este primeiro possibilita não apenas a visualização das feições geográficas, mas também sua manipulação.</p>
<p>Já<em> </em>o padrão <strong>WCS</strong> define o acesso aos dados que representam fenômenos com variação contínua no espaço. Este serviço é especificado para<br />
tratamento de dados modelados como geocampos.</p>
<h3>Breves Comparações entre WMS, WFS e WCS</h3>
<p>Uma diferença marcante entre o WMS e o WCS é que este último retorna ao usuário dados sobre a semântica original dos fenômenos representados, ao invés de imagens. Em outras palavras, o WCS fornece os dados disponíveis de imagens, juntamente com detalhes descritivos sobre as mesmas, como a grade.</p>
<p>Já em uma comparação entre o WFS e o WCS notamos que o primeiro retorna os chamados geo-objetos, já no caso do WCS retorna geocampos, conforme mencionado anteriormente.</p>
<p>Assim, chegamos a conclusão de que o serviço WCS pode ser utilizada para enquadrar aplicações do <strong>Sensoriamento Remoto</strong> (pois em geral o SR está relacionado com geocampos) no contexto da interoperabilidade.</p>
<h3>Conclusão e o que vem por ai</h3>
<p>Dessa nossa breve análise sobre estes três dos diversos padrões do OGC podemos notar que cada um terá sua aplicabilidade, sendo interpretado e explorado de maneira diferente dependendo dos objetivos de seu projeto.</p>
<p>Programas como o<strong> <em>gvSIG</em></strong> e o <em><strong>Udig</strong></em> permitem interações com <em>webservices</em> que sigam as especificações <strong>WMS</strong>, <strong>WFS</strong> e <strong>WCS</strong>.</p>
<p>Na segunda parte desse <em>post </em>veremos mais sobre as padrões da OGC, com ênfase nas especificações <strong>GML</strong>, <strong>SLD</strong> e <strong>KML</strong>.</p>
<p>Fiquem na expectativa...</p>
<p>--</p>
<p>Anderson Maciel Lima de Medeiros</p>
<p>Tecnólogo em Geoprocessamento</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>MNT &#8211; O que é? Para que serve?</title>
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		<pubDate>Sun, 28 Mar 2010 15:43:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geo.NET</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Neste post vou tentar expor algumas aplicações deste tipo de dado geográfico ainda não muito familiar para alguns que estão começando a se enveredar pelo mundo do SIG. As informações apresentadas aqui são baseadas no menu "Ajuda" de um dos melhores programas para interpolação espacial e geração de MNT, o brasileiro SPRING. Vamos responder aqui [...]


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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://blog.geoprocessamento.net/"><a href="http://blog.geoprocessamento.net/"><img class="aligncenter" src="http://www.engesat.com.br/pub/fckeditor/Image/aster/guaraquecabaPR-lnk.jpg" alt="Fonte da Imagem: EngeSat" width="250" height="225" /></a></a>Neste post vou tentar expor  algumas aplicações deste tipo de dado geográfico ainda não muito  familiar para alguns que estão começando a se enveredar pelo mundo do  SIG. As informações apresentadas aqui são baseadas no menu "Ajuda" de um dos  melhores programas  para interpolação espacial e geração de MNT, o  brasileiro <strong><a href="http://www.dpi.inpe.br/spring/">SPRING</a></strong>.</p>
<p>Vamos responder aqui a duas perguntas comuns sobre os MNT e suas  aplicações em Geoprocessamento.</p>
<h3>O que é um MNT?</h3>
<p>A sigla MNT  significa Modelo  Numérico do Terreno, mas este tipo de dado também é conhecido  como MDT  (vindo do inglês <em>Digital Terrain Model</em>).</p>
<p>Trata-se de uma representação matemática da distribuição espacial de uma  determinada característica relacionada à uma superfície. Esta  superfície é, em geral contínua.</p>
<p><a href="http://blog.geoprocessamento.net/"><img class="aligncenter" src="http://4.bp.blogspot.com/_5BPnI5s6ed8/SwK2wVwyYUI/AAAAAAAAAXA/qXXezRlJkVM/s400/mnt_3d.gif" alt="" width="400" height="398" /></a></p>
<h3>Quais suas aplicações?</h3>
<p>Dentre as diversas aplicações dos produtos de MNT, podemos destacar   algumas vinculadas ao SIG:</p>
<ul>
<li>Armazenamento de dados de altimetria para gerar mapas topográficos;</li>
<li>Análises  de corte-aterro para projeto de estradas e barragens;</li>
<li>Elaboração  de mapas de declividade e exposição para apoio a ánalise de  geomorfologia e erodibilidade;Análise de variáveis geofísicas e  geoquímicas;</li>
<li>Apresentação tridimensional (em combinação com  outras variáveis);</li>
<li>Predição e mapeamento de processos de  salinização do solo em escala local, regional e subcontinental;</li>
<li>Predição  e mapeamento do risco de erosão do solo, em escala de bacias  hidrográficas;</li>
<li>Modelação e mapeamento espaçotemporal do ciclo  hidrológico sob diversos aspectos;</li>
<li>Modelação e mapeamento da  evapotranspiração;</li>
<li>Classificação de paisagens;</li>
<li>Predição e  mapeamento da migração e acumulação de agentes poluentes.</li>
</ul>
<p>Você já tem o SPRING instalado em seu computador?</p>
<p>Caso tenha, não  deixe de acessar e ler o menu de ajuda deste programa, que é bastante  completo, pois aborda não apenas sobre a utilização do <em>software</em>, mas também conceitos  teóricos sobre Geoprocessamento. O <em>download</em> do <em>SPRING</em> pode ser feito acessando <strong><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.dpi.inpe.br/spring/">este link</a></strong>.</p>
<p>Se você ainda não tem, deixo o incentivo de fazê-lo. Você pode acessar a  ajuda online do SPRING, <a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.dpi.inpe.br/spring/teoria/index.html"><strong>clicando aqui</strong>.</a></p>
<p>Em posts futuros vamos comentar  um pouco sobre os produtos de MNT, bem como falar sobre outros aspectos  relevantes dos dados geográficos.</p>
<p>Um Abraço e até o proximo post.<br />
--<br />
Anderson Medeiros<br />
Tecnólogo  em Geoprocessamento</p>


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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Monografias Geoprocessamento &#8211; IFPB</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Mar 2010 11:23:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Geo.NET</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
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		<category><![CDATA[Geoprocessamento]]></category>
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<li><a href='http://blog.geoprocessamento.net/2010/01/geo-e-suas-tecnologias/' rel='bookmark' title='Permanent Link: O Geoprocessamento e Suas Tecnologias &#8211; Parte 1'>O Geoprocessamento e Suas Tecnologias &#8211; Parte 1</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.geoprocessamento.cefetpb.edu.br/"><img class="aligncenter size-full wp-image-459" src="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/03/CST_GEOIFPB.png" alt="" width="550" height="270" /></a></p>
<p>Olá pessoal!</p>
<p>Depois de disponibilizarmos aqui duas monografias dos autores do <em>blog</em>, estou passando pra vocês o endereço da página do Curso Superior de Tecnologias em Geoprocessamento do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba - IFPB.</p>
<p>Como informa o próprio <em>site</em> o curso "forma tecnólogos instrumentalizados com os recursos da Geomática, atuando como agentes de desenvolvimento sustentável do ambiente urbano, a partir de uma visão científico-tecnológica, abrangente e atualizada."</p>
<p>O curso, que oferece cinquenta vagas anuais, é reconhecido pelo MEC desde 2008. A carga horária total é de 2068 horas.</p>
<p>Na seção de "<a rel="nofollow" target="_blank" href="http://www.geoprocessamento.cefetpb.edu.br/publicacoes.html" target="_blank"><strong>publicações</strong></a>" você tem acesso e permissão de <em>download</em> gratuito, no formato PDF de diversas monografias, que abordam desde assuntos que vão do desenvolvimento de <em>plugins </em>para <em>softwares</em>, passando pelo uso de aplicações SIG e Banco de Dados Geográficos até o <em>Webmapping</em>.</p>
<p>Os trabalhos são de alta qualidade. Conheço pessoalmente a maioria dos autores (afinal, fizemos o mesmo curso). Veja alguns dos temas que você encontrará no <em>site</em>:</p>
<p><strong>Gerenciamento de Atividades de Agricultura Familiar Sustentável com Base em Técnicas de Geoprocessamento, no Município de João Pessoa/PB</strong>.</p>
<p><strong>Utilização de Técnicas de Geoprocessamento na Identificação de Locais Críticos de Acidentes de Trânsito</strong>.</p>
<p><strong>Geoprocessamento Aplicado ao Planejamento dos Transportes Urbanos</strong>.</p>
<p><strong>Geoprocessamento como Suporte à Administração do Agronegócio</strong>.</p>
<p><strong>Ortorretificação de Fotografias Áereas de Pequeno Formato Obtidas com Câmara<br />
Digital Convencional</strong>.</p>
<p><strong>Proposta para Compartilhamento de Dados Geográficos entre Setores da Prefeitura Municipal de João Pessoa Através do Serviço WMS</strong>.</p>
<p><strong>Desenvolvimento de uma Aplicação SIG-WEB Voltada ao Turismo</strong>.</p>
<p>E ai? Deu pra sentir o gostinho do que você vai achar lá no <em>site</em> do curso? Não perca tempo, acesse já!</p>
<p>Espero que tenham gostado da dica de hoje.</p>
<p>Um Abraço e até a próxima.</p>
<p>--</p>
<p>Anderson Medeiros</p>


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		<title>Monografia</title>
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		<pubDate>Fri, 12 Mar 2010 01:21:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>George Rodrigues da Cunha Silva</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Banco de Dados Geográficos]]></category>
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>
		<category><![CDATA[Geo Aplicado]]></category>
		<category><![CDATA[GeoServer]]></category>
		<category><![CDATA[OpenLayers]]></category>
		<category><![CDATA[PostGIS]]></category>

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		<description><![CDATA[Boa noite pessoal, Muita gente já me pediu e estava sem tempo de colocar online, mas agora vai. A Construção de um Sistema Geocodificado de Acidentes de Trânsito Defendi a monografia ano passado e fica como referência para quem tiver interesse. Tenho certeza que não é perfeita, portanto, se tiverem algumas dúvidas ou enxergarem alguns [...]


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			<content:encoded><![CDATA[<p>Boa noite pessoal,</p>
<p>Muita gente já me pediu e estava sem tempo de colocar online, mas agora vai.</p>
<p><a href="http://blog.geoprocessamento.net/wp-content/uploads/2010/03/Monografia_George.pdf">A Construção de um Sistema Geocodificado de Acidentes de Trânsito</a></p>
<p>Defendi a monografia ano passado e fica como referência para quem tiver interesse.</p>
<p>Tenho certeza que não é perfeita, portanto, se tiverem algumas dúvidas ou enxergarem alguns erros, por favor, entre em contato <img src='http://blog.geoprocessamento.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Abraços</p>
<p>George</p>


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