Blog Geo.NET Geoprocessamento, SIG e Sensoriamento Remoto

27jul/110

Map of Metal

Buenos dias pessoal,

Sempre gostei de música. Escuto música o dia todo. E trabalho com mapas - o dia todo.

Achei um mapa do metal , enumerando todas suas variações estilos, no formato de um mapa. O website é bem interessante pois mostra, além do mapa, principais influências, bandas, etc.

Vale a pena dar uma conferida. Acho que é um dos mapas mais inusitados que já vi!

O post de hoje foi patrocinado por AC/DC e Dr. Sin ;)

Abraços,

George R. C. Silva

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26jul/110

Nova Geracao de Sensor Web Enablement – parte 1: apresentando o problema

Embora com uma semana de atraso, recomeço agora nossa série de posts relacionados a um artigo científico recentemente publicado na área de Geomática. Relembro que nossas séries passam a ser mensais, não mais semanais. Feita essa ressalva, vamos ao que interessa.

O artigo desse mês fala de SWE - Sensor Web Enablement, que é, digamos assim, o processo de integração de diferentes sensores dentro de um mesmo paradigma, homogeinizando, por assim dizer, o ambiente heterogêneo dos diversos sensores que possam existir. Publicado na revista "Sensors' (v. 11, 2011), de autoria de Bröring et al., o paper traça um panorama do que há de mais recente nesse context, ressaltando o processo de padronização proposto pelo OGC (Open Geospatial Consortium), a chamada iniciativa  SWE.

A origem dessa iniciativa remonta ao advento de sensores cadas vez menores e mais custo-efetivos, surgindo a necessidade de integrar os diversos sensores para uma avaliação mais completa, por exemplo, do ambiente sendo monitorado. Imagine o seguinte, uma equipe ligada ao monitoramento ambiental de um lago natural tem a possibilidade de instalar diversos sensores para capturar diferentes parâmetros ou indicadores de qualidade ambiental. O problema que segue é como integrar de forma efetiva esses resultados, sem demandar a coleta "in loco" dos resultados, planilhamento, agrupamento dos resultados dos diversos sesnsores. Mais do que isso, deseja-se ter, ainda, a possibilidade de acessar, quem sabe em tempo real, via internet os resultados desse monitoramento. Dessa necessidade surge o SWE, como uma forma de padronizar o envio dos resultados de forma que um sistema computacional preparado para receber tal protocolo web service padronizado possa fazer o trabalho de intergrar todos os resultados. A palavra-chave aqui é interoperabilidade, na forma de interface padronizada, sem importar muito a origem do sensor em questão, quem fabricou, como fabricou, como funciona, desde que ele seja capaz de se comunicar com esse interlocutor (SWE) padronizado.

O artigo parte da iniciativa SWE do OGC (que data de 2003), da explicação da primeira geração de de SWE, para avaliar as modificações previstas na nova geração, com novos padrões e especificações previstos. Tudo isso para abranger novas necessidades no contexto Sensor Web, como a integração desses sensores no contexto SDI - Spatial Data Infrastructure.

Por: Rodrigo Sperb

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26jul/112

Diquinhas de ArcGIS #1

Olá pessoal,

Bem vindos ao primeiro post da (espero que longa) série de dicas de ArcGIS. O objetivo é mostrar algo que salva a vida do peão em pouco tempo.

Hoje vamos falar de uma opção bem escondida do Editor que força ao usuário inserir os dados em uma nova feição antes que o ArcGIS a crie de verdade.

O fluxo comum é:

  • Criar feição;
  • Feição vai para o banco de dados (ou shapefile);
  • Editar atributos;

Desta forma, podemos esquecer alguma coisa, ou se existirem campos que são obrigatórios, mas não tem valor default, causar um erro.

No ArcMap é possível pedir para "promptar" o usuário antes de armazenar a feição em nosso repositório de dados

O fluxo alternativo, portanto:

  • Criar feição;
  • Receber entrada de dados básica;
  • Feição vai para o banco de dados (ou shapefile);

Perceba que a entrada de dados foi realizada anteriormente à ida da feição ao banco de dados. Isto ajuda a economizar até um cadinho de banda.

Para habilitar:

Editor > Options > Aba Attributes

Diquinha de ArcGIS #1 - Editar feição

Diquinha de ArcGIS #1 - Editar feição

Agora é só editar!

É bastante útil em projetos de edição em que se precisa estar atento o tempo todo.

Post de hoje patrocinado por Velhas Virgens e The Offspring.

Abraços

George R. C. Silva

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25jul/110

Jaspa 2.0 disponibilizado

O nosso ecossitemas open-source tem crescido consideravelmente à cada dia. Novos projetos (que até nunca ouvi falar!) estão surgindo e surpreendendo em termos de funcionalidade e implementação.

Java Spatial for PostgreSQL and H2

Java Spatial for PostgreSQL and H2

Hoje quero comentar o lançamento do Jaspa 2.0 (JAva SPAtial for PostgreSQL and H2). O Jaspa é uma extensão espacial para bancos de dados relacionais que introduz diversas funcionalidades que podem existir (ou não nativamente) nestes RDBMS.

O projeto é mantido pelo Dep. de Engenharia Cartográfica da Universidade Politécnica de Valência. Ponto pros caras!

Como diz o nome, é escrito em Java e está disponível para estes RDBMSs que suportam a linguagem. O projeto é bem interessante, especialmente para desenvolvedores. Não reinvente a roda. Use uma pronta e mais redonda!

O post de hoje foi patrocionado por Led Zeppelin e Johnny Cash.

Um abraço,

George R. C. Silva

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20jul/110

52N lança novas versões de softwares

A 52N é uma rede internacional de pesquisadores e desenvolvedores da área de Geotecnologias, uma empresa sem fins lucrativos que...desenvolve softwares para geotecnologias!

Eles são responsáveis por diversas implementações interessantes e houveram alguns lançamentos:

  • ILWIS 3.8 beta (pacote GIS desenvolvido inicialmente pelo ITC - o "INPE holandês", com capacidades avançadas e visualização 2D e 3D);
  • SOS (Sensor Obsevartion Service - uma implementação de serviços para leitura remota de sensores);
  • versão 1.1 do smartEditor - um editor de metadados poderoso, que segue as especificações ISO19115/19119 e catálogos INSPIRE;
  • versão candidata do WPS (web processing service) 2.0 - entre as novas funcionalidades ele permite utilizar o ArcGIS e GRASS como provedores de ferramentas de geoprocessamento!

Parabéns a 52N pelos lançamentos!

Confira o site da 52N, eles fomentam desenvolvimento de qualidade de softwares GIS.

Abraços

George

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16jul/110

Um pedaço da historia do Brasil, de sua entrada na II Guerra Mundial, encontrado no fundo do mar brasileiro, com a ajuda de Inteligencia Geografica

No fim dessa semana, uma notícia chegou inclusive à imprensa internacional - a descoberta dos destroços do submarino U-513 ( de origem nazista, que foi bombardeado pela força aérea americana) nas águas do litoral catarinense, em expedição capitaneada pelos "lobos-do-mar" da Família Schurmann. Pode passar despercebida a notícia para alguns amantes das Ciências da Geoinformação, mas esa notícia tem muito a ver com inteligência geográfica. Já que toda a expedição teve por trás o apoio dessa área, e arrisco dizer que sem isso, talvez a descoberta nunca houvesse sido feita.

Esse suporte de inteligência geográfica à expedição se deu através da Universidade do Vale do Itajaí (Univali), mais precisamente do grupo do Laboratório de Computação Aplicada (G10), ao qual tenho orgulho ter feito parte, em minha trajetória, quando vim a conhecer essa apaixonante área de conhecimento. Parabéns ao pessoal da Univali, na pessoa do Prof. Rafael Medeiros Sperb, coordenador do mencionado grupo de pesquisa. E parabéns à família Schurmann por engajar nesse projeto de descoberta de uma parte da história brasileira, que teve grande influência na decisão do governo brasileiro em entrar na II Guerra Mundial, ao lados dos aliados (EUA, Rússia e outros).

Uma interessante reportagem sobre à expedição e a descoberta pode ser vista aqui: http://g1.globo.com/brasil/noticia/2011/07/pesquisadores-encontram-submarino-afundado-na-2-guerra-mundial-em-sc.html

Por: Rodrigo Sperb

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14jul/110

Nova revista sobre SDI lançada

Existem alguns assuntos que dão o que falar, em qualquer profissão do mundo. Para quem trabalha com GIS (geoprocessadores?, geodesenvolvedores?,etc.) uma destas palavras/siglas é SDI.

SDI significa Spatial Data Infrastructure e denota uma infraestrutura capaz de armazenar e minerar dados geográficos, de forma intuitiva e inteligente. Em uma generalização boba, uma biblioteca espacial.

Bem, os grigos acabaram de lançar uma revista sobre o tema. A revista se chama SDI Magazine e está disponível para consulta na web.

Para os estudiosos e fãs do assunto, é uma ótima notícia. Para os que não são tão estudiosos assim, uma oportunidade para correr atrás do prejuízo.

Abraços

George R. C. Silva

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14jul/110

Volta das séries de posts sobre um paper recente em GEO

Olá pessoal,

Espero que não tenham sentido tanta falta assim das minhas séries de posts apresentando uma publicação científica recente em tema pertinente ao nosso Blog. Por motivos diversos se tornou um tanto difícil manter aquele ritmo incial que eu mantinha, com um paper por semana e quase um post por dia, ao longa da semana.

Em função disso, resolvemos mudar um pouco a ideia, mas sem deixar de trazer esse tipo conteúdo, creio eu ser pertinente e interessante. De agora em diante, a começar pela próxima semana, apresentaremos uma série mensal de posts sobre um paper recnete em GEO, com os posts distribuídos nas semanas do mês. A frequência deve ser mais ou menos de um post por semana, então.

Não percam na próxima semana o início da série. Trarei um paper sobre SensorWeb, bem interessante e bastante recente.

Até a próxima!

Por: Rodrigo Sperb

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13jul/112

Novas versões disponibilizadas

Bem, esta semana e semana passada foram marcadas pelo lançamento de três novas versões de bibliotecas open-source na web. Estas versões conseguiram ver a luz do dia, após um processo, sempre complicado de bug-tracking, correções, mais bug-tracking e correções até o lançamento.

Confira:

Se você é um geonerd, confira. Todas tem código fonte disponível e são extremamente robustas.

Abraços

George R. C. Silva

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12jul/110

Workshop GeoServer 2.1 disponível

Boa tarde senhores e senhoras,

O blog geosolutions disponibilizoum um workshop sobre o GeoServer 2.1 gratuitamente na web.

À princípio, quando disponibilizarão, eles também incluíram um ISO com Ubuntu, PostgreSQL e PostGIS, GeoServer e o uDIG. Mas a procura foi tanta que tiveram que tirar o bundle do ar. Você vai precisar dos itens acima para seguir o workshop, mas como é tudo opensource, você não deverá ter problemas em obter todos os softwares para seguir o curso.

O GeoServer é um servidor de dados geográficos, aderente aos padrões OGC que pode se transformar no motor de dados geográficos da sua empresa ou setor. É um projeto OpenSource bastante maduro e conta com milhares de usuários no mundo todo.

Não deixe de conferir.

Abraços

George R. C. Silva

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