Diquinhas de ArcGIS #3
Olá pessoal,
Continuando a série de diquinhas de ArcGIS!
Algumas pessoas fazem bastante uso de ferramentas de geoprocessamento, especialmente para análise espacial. Neste quesito, a ferramenta mais utilizada do ArcMap é o ArcToolbox.
Existem processos, que invariavelmente são: rodar ferramenta de geoprocessing, conferir resultados, refinar análise, etc. São tantos arquivos gerados que podemos ficar facilmente perdidos.
Uma das coisas legais que temos no ArcToolbox (acho que a partir da versão 9.3) é o histórico de ferramentas (tanto no ArcMap, quanto no ArcCatalog). Podemos precisar de um processo de foi rodado à algumas horas e onde está o tal arquivo?
Bem, para acabar com os problemas, o histórico vem ao resgate.
Para cada processo que rodamos, ele guarda um registro da entrada, dos parâmetros e da saída. Através disso é possível re-rodar o processo ou então arrastar o resultado (desde que não tenha sido fisicamente deletado do PC!) par ao mapa novamente e pronto. Está lá denovo.
O post de hoje foi patrocionado pelo...silêncio.
Abraços
George Rodrigues da Cunha Silva
GeoKettle 2.0 lançado
Tenho falado muito sobre o lançamento de novos softwares. O GeoKettle é mais um lançamento deste mês. A Spatialytics está lançando a versão candidata 2.0.
A cada dia fico mais impressionado com o número de softwares e frameworks disponíveis para trabalhar com GIS.
O GeoKettle é um ETL espacial muito poderoso, à lá FME que permite a leitura e escrita de diversos bancos de dados e formatos de geoespaciais, como shapefile, tabelas do Access, KML, etc.
Ele funciona como um ModelBuilder, sendo possível utilizar processos do Sextante (a extensão de análise espacial do gvSIG) e muitos outros embutidos no mesmo para transformar os dados e eventualmente, chegar à um resultado investigado pelo usuário.
Só de olhar podemos perceber o tanto que o software é poderoso. Arrisco dizer que é mais poderoso que o próprio model Builder.
Entre as coisas que são de babar no GeoKettle:
- API de programação em Java;
- Usa JTS, deegree, GeoTools, OGR/GDAL e SEXTANTE;
- Execução remota (sim, podemos executar o modelo em um servidor remoto! Um servidor parrudo!);
- Scripting: JavaScript, SQL e RegEx;
- Licença LGLP!!!
Este está instalado e rodando na minha máquina. Vai ser útil!
Diquinhas de ArcGIS #2
Novas diquinhas frescas para você!
Boa tarde pessoal, uma coisa legal que o ArcMap tem de MONTE são atalhos. Atalhos, são...atalhos. Faça o que você precisa fazer, mas mais rápido. Isso não é bom? Ah, estas dicas são para versão 9.3.1;
Portanto, hoje vou falar de alguns, pois existem muitos:
Atalhos comuns à todas as ferramentas de edição
- Z (Zoom Mais);
- X (Zoom Menos);
- C (Navegação);
- B (Navegação contínua);
- V (Mostrar vértices);
- Esc (Cancela operação);
- Ctrl+Z (desfazer);
- Ctrl+Y (refazer);
- Segurar Barra de Espaço (suspende snapping);
Os mais demais são os em negrito. Mãozassa na roda.
Post de hoje foi patrocinado por The Prodigy e Sublime.
Abraços
George R. C. Silva
Map of Metal
Buenos dias pessoal,
Sempre gostei de música. Escuto música o dia todo. E trabalho com mapas - o dia todo.
Achei um mapa do metal , enumerando todas suas variações estilos, no formato de um mapa. O website é bem interessante pois mostra, além do mapa, principais influências, bandas, etc.
Vale a pena dar uma conferida. Acho que é um dos mapas mais inusitados que já vi!
O post de hoje foi patrocinado por AC/DC e Dr. Sin
Abraços,
George R. C. Silva
Diquinhas de ArcGIS #1
Olá pessoal,
Bem vindos ao primeiro post da (espero que longa) série de dicas de ArcGIS. O objetivo é mostrar algo que salva a vida do peão em pouco tempo.
Hoje vamos falar de uma opção bem escondida do Editor que força ao usuário inserir os dados em uma nova feição antes que o ArcGIS a crie de verdade.
O fluxo comum é:
- Criar feição;
- Feição vai para o banco de dados (ou shapefile);
- Editar atributos;
Desta forma, podemos esquecer alguma coisa, ou se existirem campos que são obrigatórios, mas não tem valor default, causar um erro.
No ArcMap é possível pedir para "promptar" o usuário antes de armazenar a feição em nosso repositório de dados
O fluxo alternativo, portanto:
- Criar feição;
- Receber entrada de dados básica;
- Feição vai para o banco de dados (ou shapefile);
Perceba que a entrada de dados foi realizada anteriormente à ida da feição ao banco de dados. Isto ajuda a economizar até um cadinho de banda.
Para habilitar:
Editor > Options > Aba Attributes
Agora é só editar!
É bastante útil em projetos de edição em que se precisa estar atento o tempo todo.
Post de hoje patrocinado por Velhas Virgens e The Offspring.
Abraços
George R. C. Silva
Jaspa 2.0 disponibilizado
O nosso ecossitemas open-source tem crescido consideravelmente à cada dia. Novos projetos (que até nunca ouvi falar!) estão surgindo e surpreendendo em termos de funcionalidade e implementação.

Java Spatial for PostgreSQL and H2
Hoje quero comentar o lançamento do Jaspa 2.0 (JAva SPAtial for PostgreSQL and H2). O Jaspa é uma extensão espacial para bancos de dados relacionais que introduz diversas funcionalidades que podem existir (ou não nativamente) nestes RDBMS.
O projeto é mantido pelo Dep. de Engenharia Cartográfica da Universidade Politécnica de Valência. Ponto pros caras!
Como diz o nome, é escrito em Java e está disponível para estes RDBMSs que suportam a linguagem. O projeto é bem interessante, especialmente para desenvolvedores. Não reinvente a roda. Use uma pronta e mais redonda!
O post de hoje foi patrocionado por Led Zeppelin e Johnny Cash.
Um abraço,
George R. C. Silva
52N lança novas versões de softwares
A 52N é uma rede internacional de pesquisadores e desenvolvedores da área de Geotecnologias, uma empresa sem fins lucrativos que...desenvolve softwares para geotecnologias!
Eles são responsáveis por diversas implementações interessantes e houveram alguns lançamentos:
- ILWIS 3.8 beta (pacote GIS desenvolvido inicialmente pelo ITC - o "INPE holandês", com capacidades avançadas e visualização 2D e 3D);
- SOS (Sensor Obsevartion Service - uma implementação de serviços para leitura remota de sensores);
- versão 1.1 do smartEditor - um editor de metadados poderoso, que segue as especificações ISO19115/19119 e catálogos INSPIRE;
- versão candidata do WPS (web processing service) 2.0 - entre as novas funcionalidades ele permite utilizar o ArcGIS e GRASS como provedores de ferramentas de geoprocessamento!
Parabéns a 52N pelos lançamentos!
Confira o site da 52N, eles fomentam desenvolvimento de qualidade de softwares GIS.
Abraços
George
Nova revista sobre SDI lançada
Existem alguns assuntos que dão o que falar, em qualquer profissão do mundo. Para quem trabalha com GIS (geoprocessadores?, geodesenvolvedores?,etc.) uma destas palavras/siglas é SDI.
SDI significa Spatial Data Infrastructure e denota uma infraestrutura capaz de armazenar e minerar dados geográficos, de forma intuitiva e inteligente. Em uma generalização boba, uma biblioteca espacial.
Bem, os grigos acabaram de lançar uma revista sobre o tema. A revista se chama SDI Magazine e está disponível para consulta na web.
Para os estudiosos e fãs do assunto, é uma ótima notícia. Para os que não são tão estudiosos assim, uma oportunidade para correr atrás do prejuízo.
Abraços
George R. C. Silva
Novas versões disponibilizadas
Bem, esta semana e semana passada foram marcadas pelo lançamento de três novas versões de bibliotecas open-source na web. Estas versões conseguiram ver a luz do dia, após um processo, sempre complicado de bug-tracking, correções, mais bug-tracking e correções até o lançamento.
Confira:
Se você é um geonerd, confira. Todas tem código fonte disponível e são extremamente robustas.
Abraços
George R. C. Silva
Workshop GeoServer 2.1 disponível
Boa tarde senhores e senhoras,
O blog geosolutions disponibilizoum um workshop sobre o GeoServer 2.1 gratuitamente na web.
À princípio, quando disponibilizarão, eles também incluíram um ISO com Ubuntu, PostgreSQL e PostGIS, GeoServer e o uDIG. Mas a procura foi tanta que tiveram que tirar o bundle do ar. Você vai precisar dos itens acima para seguir o workshop, mas como é tudo opensource, você não deverá ter problemas em obter todos os softwares para seguir o curso.
O GeoServer é um servidor de dados geográficos, aderente aos padrões OGC que pode se transformar no motor de dados geográficos da sua empresa ou setor. É um projeto OpenSource bastante maduro e conta com milhares de usuários no mundo todo.
Não deixe de conferir.
Abraços
George R. C. Silva


